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quinta-feira, 8 de março de 2012

JUAN ABREU

"Nasci na Venezuela porém resido a 9 anos na Madeira, mais precisamente na Camacha. Conclui o secundário na Escola Secundária Francisco Franco na área das Artes Plásticas, devido ao gosto pessoal pelas artes em geral. As minhas principais ferramentas para expressar-me são essencialmente o desenho (principalmente grafite e lápis de cor) e a pintura (óleo e acrílica). A minha maior paixão é o surrealismo e por isso os meus trabalhos apresentam uma forte carga desta corrente artística, parto da realidade como a conhecemos porém fundo-as criando assim novas formas de ver e interpretar o real."

Juan Abreu

Minha página: http://www.facebook.com/JuanferAbreu


 
Ricardo Reis


Alberto Caeiro


Álvaro de Campos


Fernando Pessoa


Caldeirada













 


 







quinta-feira, 6 de outubro de 2011

DANI


Ao ouvirmos Evelyn Glennie refletir sobre a percussão, e sobre a relação do músico e do ser humano com o instrumento e a música, descubrimos as infinitas possibilidades de expressão emocional através da melodia e da vibração! Sendo Glennie surda, é ainda mais impressionante a ligação que mantém com a música e a forma como explora os sons. É esta mesma vontade de explorar e experimentar fontes e formas sonoras que influencia e motiva o Danny na sua imparável e muito criativa procura de novas origens de sons percussivos. Em 2007, Danny procurou aliar a sua experiência enquanto músico autodidata ao seu ofício de serralheiro, resultando dessa combinação improvável várias possibilidades de criação de som e música através da manipulação de objetos, que poderiam eventualmente transformar-se em instrumentos musicais não convencionais. Começou, assim, por utilizar os mais variados utensílios − como peças de máquinas de lavar, barris de cerveja ou boias d’água − e por dar-lhes forma, aprimorando as suas qualidades harmónicas, ampliando as capacidades de extração sonora e melódica, metamorfoseando o que aparentemente seria lixo e sucata em instrumentos percussivos atípicos, únicos e inéditos! Foi deste modo que nasceu a bateria usada pela sua banda, os Forgotten Roads − que com o seu aspeto futurista, adequa-se visualmente, na perfeição, à música psicadélica do grupo −, e uma série de instrumentos (como a gigantesca antena parabólica, que deu origem ao majestoso e grandioso gongo, que emite sons megalómanos, colossais e surpreendentes) que compõem a sua fábrica. Tudo, desde tubos pvc, bocas de fogão, ou canas, objetos comuns do nosso quotidiano, são usados na experimentação e incessante descoberta sónica do Dani, que sendo mais do que um simples artesão, ou um músico convencional, é um experimentalista, um grande alquimista da música! Movendo-se num terreno de exploração de possibilidades acústicas e sonoras, o seu esforço afigura-se singular e louvável num contexto musical regional que, marcado pela tradição, sempre se revelou tendencialmente fechado, monolítico e pouco permeável a novas linguagens.











sábado, 1 de outubro de 2011

SARA BARRETO


Ao gravar o vídeo da composição musical da Sara (“Memórias”), lembrei-me dos Pinhead Society nos anos 90, ou dos Tiny Masters of Today nos tempos de hoje, pela forma precoce como certas crianças despertam o seu talento inato para a música! Tendo-se iniciado nos meandros musicais em 2005, quando decidiu ingressar no Conservatório de Música da Madeira, a Sara cedo descobriu uma forte aptidão para a música (será dos ares da Camacha?!), e facilmente desenvolveu um certo espírito eclético, uma personalidade musical versátil que faz com que ela se movimente com um grande à vontade em universos tão antagónicos e díspares, como o meio académico do conservatório, onde tem uma formação mais convencional, e nas bandas rock da qual faz parte (Kick-Rock e Sub-Zero), a tocar sintetizador ou nas segundas vozes.
Graças ao núcleo de música da Escola Básica 2º e 3º Ciclos Dr. Alfredo Ferreira Nóbrega Júnior, e ao Humberto Pedras, estes meninos compositores, tornaram-se pequenos heróis rock, tocando rock de uma forma tão espontânea e divertida, muito naïf e simples, o que os torna muito descontraídos e genuínos. Esta música da Sara, que podemos ouvir aqui no Alternativa Camacha, é surpreendentemente muito bem estruturada, muito coesa conceptualmente, e que a própria Sara definiu como “um conjunto de memórias, e de coisas em que estava a pensar” durante o processo de composição. A Sara tem um enorme potencial musical, que com trabalho e estudo, irá certamente evoluir sempre, o que fará com que nos surpreenda cada vez mais com trabalhos de imensa qualidade! Temos artista!



"Memórias"

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

NÉLIA FERREIRA





"Sou licenciada em Design Projetação Gráfica, pelo Instituto Superior de Arte e Design da Universidade da Madeira.
Iniciei a minha carreira profissional em 1994 na Divisão de Educação da Câmara Municipal do Funchal, paralelamente ao estudo universitário que concluí em 1997.
Desde muito jovem desenvolvi o gosto pelas artes visuais, expressão plástica e tecnologias.
É nas várias vertentes do design que encontro um porto de abrigo e uma grande paixão que envolve o despertar de uma ideia no processo criativo que avança até à solução final.
A pintura, o desenho, a cerâmica e a fotografia, trazem-me experiências enriquecedoras de aprofundamento e exploração de novas técnicas que complementam toda a minha vontade de criar, procura de harmonia e profusão da forma. É na cor que encontro uma aliada perfeita para a expansão do ser e partilha do sentir.
A utilização de tecnologias digitais para na área do design faz delas um recurso de complementaridade no processo artístico criativo.
Participei em várias intervenções artisticas na área da pintura, desenho, fotografia, escultura e cerâmica. Destaque em 2006 para a exposição colectiva “Essências da Ilha” e a participação na publicação infantil “Madeira Arca de Tesouros” em 2008."
Nélia Susana Ferreira











domingo, 25 de setembro de 2011

YEMMANDALA




*Galeria de imagens



O Graciano tem seguido um percurso ímpar na música, num contínuo processo evolutivo ascendente, que o catapultou desde as bandas de garagem na Camacha (onde ia buscar sonoridades mais pesadas e desgarradas, como o metal, com os Quantum Theory), passando depois por uma longa fase académica – onde se dedicou à música de uma forma mais erudita, ingressando no conservatório de música e na escola de jazz Hot Clube -, até à bossa nova, ou brasilian jazz, com os surpreendentes Yemmandala. Com uma forte influência de ambos os lados do Atlântico, os Yemmandala têm como referência nomes grandes da música, tanto de tendências brasileiras (Vinícius de Moraes, Chico Buarque; Tom Jobim, Rosa Passos ou Maria Betânia) como do jazz clássico (Ella Fitzgerald, Billie Holiday, Charles Mingus, Carmen McRae, Chet Baker, Nina Simone ou Sarah Vaughan).


"Tudo começou na procura do nosso som… de uma quimera com inspiração na transparência das águas da Deusa do Mar – Yemanjá. A Música tecia a cor no som, a luz no tom, criando uma mandala que une essências e consciências… Com Yemmandala este sonho despertou.
O percurso dos Yemmandala teve início em 2007 com o encontro de duas vozes femininas: Mariana Zenha e Mercês Figueiredo, colegas de curso da Escola de Jazz Hot Clube de Portugal. Ambas partilhavam a mesma paixão inequívoca pelo Brasil e em especial pela sua música. Dos clássicos de grandes compositores como Tom Jobim, Chico Buarque e Edu Lobo, surgiu a inspiração que levou à criação de temas originais de forma inesperada. Este entusiasmo foi contagiando outros músicos e da sua união surgiu esta nova sonoridade. Com o balanço da percussão e bateria de Miguel Moreira, o pulsar do contrabaixo de Fiuza Duarte, a subtileza da guitarra de Graciano Caldeira e as expressivas melodias do clarinete e saxofone de João Roxo, Yemmandala apresenta-se em uníssono na forma, no gosto e na abordagem.
Os Yemmandala distinguem-se pelo som original, sendo notória uma forte influência transatlântica, nomeadamente nos ritmos brasileiros, transparecendo a riqueza da música popular brasileira, do samba, do baião e da bossa-nova, com as cores harmónicas do jazz. Este som reside na união entre as palavras, a composição e os arranjos dando voz à poesia de uma forma subtil, leve e colorida.
Actualmente, a originalidade da formação do grupo, a riqueza das suas músicas, a diversidade de influências e sobretudo o tom singular e quente das suas actuações tornam os Yemmandala num projecto distinto no panorama musical."

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

CATARINA QUINTAL

"Sou licenciada em Design pela Universidade da Madeira(UMa) e tenho no Design Gráfico a minha paixão, contudo é no desenho, e na ilustração, que tenho vindo a desenvolver os meus trabalhos. No meu trabalho pessoal utilizo um traço não muito linear e infantil, carregado de cores, texturas e mensagens, que me permite dar a cada projecto uma assinatura visual diferente, acabando por passar o desenho para o computador."

Catarina Quintal











sábado, 13 de agosto de 2011

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

TANIA FREITAS


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*Galeria de imagens