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terça-feira, 14 de abril de 2009

TATIANA TEIXEIRA










POBREZA E EXCLUSÃO SOCIAL

Projecto para o Euroescolas (2010)
Escola da Apel

"Sinestesia" - Instalação artística do projecto académico de final de curso.




















Curtas metragens:






CONTRATEMPO




“Contratempo”




FUGA









"“Fuga”





TENSION







"“Tension”


Tatiana Teixeira

domingo, 26 de outubro de 2008

RICARDO ANDRADE

"Sou licenciado em Design pela Universidade da Madeira e desempenho actualmente funções de Designer na área da Arquitectura. Desde cedo me interessei por Banda desenhada, em criança, na altura em que se comprava nos quiosques, edições brasileiras da Marvel em formato A5, nos anos 80 e 90. Em meados dos anos 90 comecei a fazer os meus primeiros desenhos com quinze anos, mas lentamente perdi o interesse. Aos 18 anos o meu interesse voltou pela área do desenho e mudei do curso, no secundário, de Humanidades para o de Artes, onde desenhei umas vezes para o jornal de escola do Liceu Jaime Moniz. Entretanto comecei a ler as versões americanas da Marvel, que eram em A4, com uma qualidade superior. Algum tempo depois, desviei o meu interesse para o Manga (BD japonesa), influencia directa dos desenhos animados que via em pequeno na RTP Madeira (em especial os cavaleiros do Zodíaco), que demonstravam uma superior qualidade dinâmica face às ofertas ocidentais. O meu interesse em culturas orientais também ajudou, neste tipo de influência. Comecei a fazer as minhas primeiras BDs com o meu amigo Bébio Amaro, o qual partilhava dos mesmos interesses. Apesar da Madeira não fazer parte do circuito publicável desse género de BD, umas idas ao continente resolveram essa situação. Seguidamente editei nos meus tempos de Universidade um fanzine de BD de nome "OOPS!", que teve 4 números e ainda participei no fanzine "ovelha negra". Anos depois abre a loja de BD do Funchal "Sétima Dimensão", que facilitou o acesso à BD, e onde travei conhecimentos com mais umas pessoas que eram entusiastas, leitores e autores. Roberto Alves, dono da loja e autor de BD, tornou-se um amigo, com o qual e juntamente com João Barradas, outro autor e amigo, demos uma série de conferências sobre o tema da BD. Participei também nos últimos 3 anos no 24 Hour Comic Day, um evento internacional, organizado aqui na ilha pela Sétima Dimensão."

domingo, 21 de setembro de 2008

HUMBERTO NUNES













(Parte da frente e verso do mesmo trabalho)
















quinta-feira, 18 de setembro de 2008

TERESA GÓIS

A Teresa Góis é uma artista polivalente, com uma capacidade criativa extremamente expansiva, tendo-se manifestado em vários ramos da Arte, desde a pintura à escultura, e até estendendo a sua criatividade ao universo da moda. Em Novembro de 1988 participou, em parceria com Dulce Moniz, como estilista e modelo no Festimodas, que se realizou no Teatro Baltazar Dias, no qual conquistaram o 2º lugar. 1994 foi o ano em que se revelou na pintura e na escultura, tendo exposto alguns dos seus trabalhos na Escola Secundária Francisco Franco. Ainda nesta época, desenvolve alguns trabalhos de Body Art, nos quais usa o corpo como suporte ou meio de expressão, aliando a ideia do corpo como objecto, ao conceito de Performance e Happening (artes cénicas). Intencionalmente, ou não, o Surrealismo está presente nos trabalhos da Teresa Góis, nesta sua forma de manifestação imagética, a qual se define como uma combinação do representativo, do abstracto, e do psicológico, onde o artista vai além da Lógica e da Razão, libertando-se do consciente, exprimindo o inconsciente. Sendo uma artista promissora e grandemente dotada, é incompreensível que tenha feito uma pausa tão grande na sua carreira… ansiamos pelo seu regresso!

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

VALDEMAR SOUSA

"Valdemar Sousa é a identidade secreta do Super-homem (mas da versão artística, claro). Como super-herói artístico, dedica-se a combater a vilania da pseudo-intelectualidade (com a sua pseudo-intelectualidade) e do analfabetismo cultural (com o seu analfabetismo cultural); combate, portanto, o fogo com o fogo. Tal como o Super-homem das bandas desenhadas e filmes, também é vulnerável às Kryptonitas - as manifestações pseudo-artísticas pobres em termos sociais, culturais e estéticos. Os seus trabalhos são exemplos de aberrações artísticas, vocacionadas a educar o Homem comum e o Homem pseudo-intelectual (que não são super-heróis artísticos como ele) para os valores estético-artísticos. Vide, por exemplo, a banda desenhada captada em vídeo:"

Valdemar Sousa

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

ELSA SÁ "PESSEGUINHA"







MÓNICA ANTUNES

"Comecei a me interessar por manga a partir do 5º ano, quando comecei a gravar imagens da Internet e tentei desenhar algumas, e depois interessei-me por desenhar de tal maneira, que comecei a comprar revistas que ensinavam como desenhar manga/anime. Andei na escola do Santo Contestável e agora ando na Escola Básica 2º e 3º ciclos Dr. Alfredo ferreira Nóbrega Júnior. Gosto de desenhar, jogar computador, ver T.V. (principalmente animes) O meu sonho é ser cartoonista (desenhar manga) ou ser estilista."



Ana Mónica Barbosa Antunes
15 Anos (Em 2008)



sexta-feira, 8 de agosto de 2008

CRISTIANA SOUSA

SITE: http://sousacristianas.wix.com/cristianasousa 







DAVID ATOUGUIA

Sinopse

"Todos nós estamos rodeados de cor, sendo esta a força que nos liga subconscientemente ao mundo e a tudo com o que interagimos.
A policromia tende para a libertação dos sentidos, sempre seguida pela significância do enigmático, pois para cada cor e dependendo da pessoa, do momento, da cultura e de toda uma variedade de vivências transporta um sentido pessoal e intransmissível.
O monocromatismo é por ventura mais objectivo, onde o valor da cor prende-se com um jogo de forças que implicitamente nos transportam, elevam ou amarram a um plano do qual nós nos queremos libertar."









2009

Sinopse


"A vida é por si só uma experiencia única, cheia de encontros e desencontros que nos fazem mover pelo labirinto sinuoso dentro da linearidade lógica inerente a mesma. Logo o Homem é por si só uma prova viva deste mesmo facto, consumando o fim do seu percurso vivencial com a morte. A morte é então o véu que nos solta as mais diversas questões relacionadas com as realidades inerentes sobre a continuidade e diversidade das novas experiências que daí advirão."