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sexta-feira, 15 de julho de 2011

THE LEECH





"Esta banda forma-se no início do verão de 2010 quando Diogo Canavezes, Daniel Lee, Roberto Sousa, Pedro Barreto e Tobias Rodrigues decidem juntar-se para realizar um projecto musical.Inicialmente com o nome de "Sick Skin" que mais tarde viria a mudar para "The Leech" com a saída do Baixista, Tobias. Sendo este o segundo nome para a banda, surgiu com o objectivo de criticar uma grande parte da sociedade que vive como uma sanguessuga (leech). A 27 de maio de 2011 Roberto Sousa sai da banda por motivos pessoais, ficando assim a banda com apenas 3 elementos por algum tempo. A mesma, a nível musical tem como objectivo fundir os seus gostos e influencias musicais para criar o seu "estilo", que é um Rock Alternativo, influenciado pelo Metal, Grunge, e o Rock dos anos 70 e 80."


Pedro Barreto




Formação:

Pedro Barreto -Baterista
Daniel Lee -Vocalista/Guitarrista
Canavezes - Guitarrista/Backing vocals
Henrique Santos – Baixista





Another Day


Sinking World


To Paradise

domingo, 10 de julho de 2011

FABIAN CONTRERAS





















DESENHOS


Desenho de 1 minuto com as duas mãos

























diário gráfico

sábado, 9 de julho de 2011

FEED-BAND




*Galeria de imagens




Com um aparente talento musical inato - herança, quiçá, de anteriores gerações com percurso marcado no rock, e de toda uma carga cultural de uma Camacha virada desde sempre para a música -, os FEED-BAND juntaram-se em 2011, no mesmo ano em que se estreiam no Art’Camacha, tornando-se assim na banda mais jovem que alguma vez pisou naquele palco! Composta por músicos muito prematuros nestas andanças - que apesar da tenra idade, têm já alguma experiência nesta área musical, com início de formação e alguma experiência como músicos noutros agrupamentos, ou escolas -, e orientados pelo Humberto Pedras (músico multi-instrumentista, com um currículo extenso, que vai desde os Encontros da Eira, até aos C'Azoada, tendo sido professor destes jovens músicos este ano lectivo), o Maurício Nóbrega na guitarra (que já toca bandolim desde Novembro de 2006), o Feliciano na segunda guitarra (que apesar de ter começado na bateria, cedo mudou para a guitarra, tendo passado pelos Encontros da Eira, e que chegou a tocar braguinha, e viola de arame, no grupo folclórico), o Diogo na bateria, o João no baixo (mas que já tocou também trombone de varas), e o André nas teclas (tendo também passado pela banda paroquial a tocar saxofone), são os ilustres jovens que compõem a banda rock mais pequena da Camacha, e são o futuro da música desta terra. É impressionante tanto o seu entusiasmo, como a sua força de vontade em aprender! Com influências que vão desde o Bryan Wilson até ao Justin Bibier, os FEED-BAND querem também demarcar o seu próprio espaço, e estilo, querendo desde já se fazerem ouvir! Todo o apoio é pouco para estes rockers pequeninos, mas de força e determinação de adulto. Venham vê-los, ouvi-los, e aplaudi-los este ano no Art’Camacha!










Formação:


Joana Freitas - Voz
Luísa Cardoso - Voz
João Barbosa - Baixo
Diogo Nóbrega - Guitarra
Feliciano Ferreira - Guitarra
Diogo Vieira - Bateria
André Aguiar - Sintetizador

domingo, 3 de julho de 2011

FAIL

Em 2010, na Camacha, três músicos oriundos de duas bandas regionais (Extended e Beyond the Realm) decidiram juntar-se novamente num outro colectivo, formando mais um reforço poderoso na cena Death/Thrash Metal na Madeira. Os músicos chamam-se Pedro, Carlos e Duarte (que já traz no seu currículo bandas como Beyond the Realm, Céufonia, Banda Paroquial de São Lourenço, bem como uma experiência de percussão pouco comum com um grupo de fado), e a nova banda por eles criada chama-se FAIL. A eles juntou-se, após algumas audições, o vocalista Danny (Siamese Cancer).Os Fail enumeram muitas referências importantes, que os influenciaram no seu processo criativo, tais como Pantera, Obituary , Carcass, Emperor, Amon Amarth, Hypocrisy , Deicide, Meshuggah, Periphery, e tantas outras bandas de culto Metal, que no seu todo, representam a sua essência musical. Eis mais uma prova de que o talento na Camacha é inato, e que na Madeira existem bandas com uma qualidade inquestionável há espera de uma merecida oportunidade.


"Beneath the Flesh"


Formação:

Danny Saldanha - Voz
Pedro Silva - Guitara
Carlos Figueira - Baixo
Duarte Salgado - Bateria

sexta-feira, 17 de junho de 2011

KARNAK SETI

Se imaginarmos uma fusão entre a “New Wave of British Heavy Metal” (N.W.O.B.H.M.) e o hardcore punk, poderíamos obter um novo conceito musical, conhecido por thrash metal (que se define por ser uma das variantes do metal mais pesada, com ritmos agressivos e rápidos, nos quais recorrem frequentemente a bombos duplos na bateria - como no speed metal -, onde as vozes variam entre sons rasgados até vocal gutural, com baixos pujantes e marcantes a servirem de apoio instrumental a uma lírica de protesto, normalmente carregada de frases de ordem, de destruição e caos). Esta tendência musical tornou-se de tal forma abrangente, que a Madeira (onde existe um núcleo duro de fãs deste género) não lhe foi indiferente, e serviu de palco para o aparecimento de algumas bandas importantes com este tipo de som, como é o caso dos Karnak Seti, que representam, no momento, o marco maior deste estilo, sendo a banda regional com maior projeção a nível nacional. Os Karnak Seti iniciaram-se em 2001, e desde então, já passaram por algumas mudanças na sua formação, tendo inclusive, em 2008, recrutado para a bateria o Luís Barreto, exímio baterista auto-didacta, que começou por tocar em bandas com algum peso na Camacha, como os Perfect Sin e os Klinika. Foi já com o Luís na bateria que os Karnak Seti gravaram o seu álbum de estreia em 2009 “Scars of my Decay”.


Link
FACEBOOK: clique aquiMYSPACE: http://www.myspace.com/karnakseti
SITE: http://www.karnakseti.net/


FORMAÇÃO:
Luís Barreto (Perfect Sin, Klinica, Noise Riders) - Bateria
Luís Erre - Voz
António Jesus (Tó) - Guitarra
Reno Ramos - Guitarra
Cláudio Aguiar (Xouda) - Baixo










sexta-feira, 11 de março de 2011

TEATRO EXPERIMENTAL DA CAMACHA

"Os Punhais" de António Torrado, encenação Zé Ferreira 2009



"O Teatro Experimental da Casa do Povo da Camacha (TEC) nasceu de uma iniciativa da Casa do Povo da Camacha e de Basilissa Fernandes, integrado no plano de actividades para o Verão de 1987.
A este grupo relativamente jovem, juntou-se uma figura de destaque, de grande nível cultural e artístico, o Sr. David Eleutério de Nóbrega, que logo se dispôs a dar todo o apoio e que muito contribuiu para a evolução deste projecto.

O seu primeiro trabalho é apresentado em 1988, intitulado A aula dos burros. Organiza o I Ciclo de Teatro Madeirense, em 1989 e a primeira Revista surge em 1991, integrada no III Festival de Arte Camachense, e daí em diante manteve-se, até aos dias de hoje.

O TEC, como grupo de teatro amador, tem desenvolvido ao longo da sua existência uma intensa actividade em várias áreas do teatro, passando pela comédia, drama, pelo trabalho experimental e pela revista, sempre com o objectivo de divertir e sensibilizar o seu público para a realidade social e cultural, com espectáculos realizados na RAM e Continente

São vários os trabalhos que merecem destaque: António Marinheiro, de Bernardo Santareno, O Homem do Saco, O Rapaz de Bronze, Dona Pomposa e a Revolta dos Bonecos e O Dia Seguinte, Corpo e Alma, que representou a Madeira no 8º Ciclo Nacional de Teatro Amador; a Promessa, de Bernardo Santareno, que foi alvo dos mais encómios, tendo recebido Menção Honrosa no ERGTEATRO/94, a par da peça denominada Pátria, de Ilda Teixeira, que arrebatou o 1º lugar no Concurso de Juventude e Defesa Nacional, realizado em Évora, em 1996.

Destacam-se, ainda, Mar, de Miguel Torga e Breakfast International, de António Vieira Campos, 1997, os Caprichos Marinhos, apresentados na Expo'98, a adaptação da Cinderela, de Andy Tennant, 1999, o espectáculo infantil A Bruxinha que era boa, de Maria Clara Machado, 2000, O Conde Barão, da autoria de Ernesto Rodrigues, Félix Bermudes e João Bastos, uma comédia à portuguesa, que retratava a sociedade dos anos 30, 2000, Gala Tradicional Madeirense, 2001, Um Homem entre Mulheres, baseado na obra de Garcia Lorca, A Casa de Bernarda Alba, 2002 e levado à cena no ERGTEATRO,

Em Janeiro de 2002 e de 2003, o TEC participou nos espectáculos comemorativos do Dia dos Reis, uma iniciativa do grupo “Encontros da Eira”, apresentado no Jardim Municipal do Funchal, que pretendia apresentar as tradições musicais e culturais desta festividade, numa conjugação de encenação teatral e musical.

De 2003 a 2006, representações de Revistas no Festival de Arte Camachense.

Para além das participações constantes ao longo destes 20 anos no Festival de Arte Camachense, com diversas apresentações de teatro de revista, é de destacar o último trabalho infantil de 2007/2008, Lina e o Escuro, com textos de autoria do grupo e encenação de João Ricardo e Maria de Jesus Rocha. Peça de cariz itinerante, levada à cena a diversas escolas do 1º ciclo da Região, teve como principal objectivo levar o teatro às populações mais jovens, de forma a incentivá-las e sensibilizá-las para a descoberta desta arte.

Realizou também alguns espectáculos de teatro infantil realizados ao longo dos últimos quatro anos, na forma de festas de Natal para algumas entidades públicas e privadas. (Câmara Municipal do Funchal, Sindicato Democrático dos Professores da Madeira, Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos).

Em 2008, no encontro de grupos de teatro das Casa do Povo, o grupo recebeu a distinção de Grupo de Teatro Amador com maior longevidade na Região, ao cumprir 21 anos de existência.

Revista Um cheirinho a teatro, no dia 22 de Março, um trabalho de revista à madeirense, que visou assinalar o mês e o dia Mundial do Teatro e que foi apresentado em conjunto com o grupo Encontros da Eira, que celebrava o seu aniversário.

2009 Festival de Arte Camachense Vira o disco e Toca o mesmo.

De 27 a 30 de Novembro 2009, participou numa Mostra de teatro no Sardoal, a convite do GETAS, com a peça Os Punhais, de António Torrado, um exercício dramático que se insere no teatro do silêncio.

2010 – Organização da primeira mostra de teatro I AMO-TEatro e revista A Serrar é que a gente se entende.

2011 – Organiza o Cantar dos Reis onde apresenta Os Reis andam Desorientados.
Organiza a II mostra de teatro AMO-TEatro."


Fonte: www.teatroexperimental.freguesiadacamacha.pt

domingo, 20 de junho de 2010

EDEN SHINE


"Comecei a acreditar no meu trabalho pelo menos há 5 anos (2005), num momento de reflexão séria sobre a vida, sobre sobrevivência constante. Não tinha planos e não pensei em projectos, tinha tempo, e fiz uso dele. Desenvolver um talento para não perder outros. Muito tempo dedicado ao lar e à família. Projectos eficazes e duradouros.Tenho tocado viola nos últimos anos. Comprei a minha 1ª guitarra ainda adolescente, no processo revolucionário do início dos anos 90, em que parecia que todos estavam tentando fazer algo novo. Todos estavam contagiados com a quantidade de novas sonoridades vindas dos EUA e do Reino Unido basicamente. Não fugi à regra, e tal como os meus colegas comecei a sentir intensamente o fôlego da vida. Fui à luta! O começo, o início: estar junto dos melhores na altura. Muita massa cinzenta, muitos perigos, e uma vida por viver… resultou! Porque aprendemos a não nos deixarmos surpreender pelo tempo… valeu pelo esforço e o espírito perigoso, pela aventura, e pelo desconhecido e conturbado mundo da música. Graças a esses tempos de aprendizado, às boas influências de alguns jovens artistas da minha geração, aprendi muito com elas."


Influências musicais:

"Na verdade, não conheço muita música actualmente, uso o que disponho no momento: vontade de tocar, passar bem os meus dias motivado, satisfeito pelo cansaço no fim do dia (feliz por estar ocupado, algo em que posso acreditar).Muita solidão, muitas vezes questiono porque trabalho, o que ganho com isso? Mais motivação para a própria existência, continuar."



Há quanto tempo toco?

"Já toco há muito tempo, sempre só e sempre em casa, algo meu! Não sentia a vontade para partilhar com os outros, era o meu refúgio nas horas de solidão. Embora simples e sem muito conhecimento teórico musical, apenas com algumas bases, expressava os meus sentimentos, acalmava-me ou tornava-me eufórico, muito activo… dependia. Tenho tocado mais nestes últimos 5 anos, mais maturo, mais firme, constante, seguro, capaz de suportar a crítica, a diferença de opinião, evitar o preconceito, a pequenez que todos nós temos, e todas as forças que tentam nos derrubar. Senti necessidade de me dedicar mais à guitarra ultimamente porque sentia-me só, e por uma questão de realização pessoal."



Que guitarras uso?

"Uma das bem baratinhas, para os tempos de escola. A minha primeira guitarra foi uma Maison vermelha e preta. O 1º amplificador só tinha 25 watts, mas fazia imenso barulho. Tinha sempre cuidado com as mãos, tentava não pegar em pesos, ou algo que pudesse impedir-me de tocar, para ter muita agilidade e força nos dedos."



Ambições?

"Ter uma banda! Seria bom tocar com outros elementos! Estar com amigos, rir muito, e tocar mais vezes ao vivo para as pessoas. Ir melhorando o equipamento à medida que haja progresso. Mais importante será tocar sempre enquanto viver."
Maurílio Cardoso










domingo, 9 de maio de 2010

GENTE LOUCA


Os Gente Louca foram um projecto fugaz, cujo objectivo principal, o de reunir uma banda essencialmente de covers para tocar num espaço fixo, acabou por não se concretizar. Dada a efemeridade do projecto, a banda tocou apenas uma única vez, no Art’Camacha 91, o que, apesar dos contratempos causados por questões técnicas, falhas de som do palco, não ofuscou o brilho do profissionalismo dos músicos que formavam o grupo. Membros de bandas pioneiras do pop/rock da Camacha (Incógnitos, Arte & Som, A Outra Banda e Poseidon), os Gente Louca juntavam todos os ingredientes necessários para um projecto duradouro e bem sucedido, que infelizmente, e ironicamente, não foi além do seu concerto de estreia, mas que foi o suficiente para marcar a memória dos camacheiros.


Formação:

Pedro Mota (A Outra Banda, Poseidon) - Voz
Ricardo Nóbrega (A Outra Banda) - Sintetizador
Jorge Valentim (
Incógnitos, The Pop Kings, Arte & Som) - Baixo
Carlos (A Outra Banda) - Guitarra
Lino Ornelas (A Outra Banda, C'azoada, Bluff, Vinil) - Bateria







"Europa" (Carlos Santana)





"Walking on the Moon" (The Police)





"Blaze of Glory" (Jon Bon Jovi)

sábado, 28 de novembro de 2009

ENCONTROS DA EIRA






O grupo “Encontros da Eira” foi fundado a 21 de Março de 1997, está inserido na Associação Cultural Encontros da Eira, Entidade de Utilidade Pública, tem como objectivos investigar, recolher, preservar e divulgar a música tradicional madeirense. Nasceu na vila da Camacha, pela iniciativa de Jorge de Sousa e João Barreto. Os Encontros da Eira têm vindo a ganhar um lugar de destaque no panorama Cultural Madeirense/Português graças ao trabalho desenvolvido em prol da música tradicional. O grupo conta com centenas de concertos, várias deslocações ao estrangeiro, citações na Imprensa nacional e internacional (Revista FRoots, Blitzz, El País, etc), participações em programas de rádio e televisão. Os Encontros da Eira apostam numa sonoridade que engloba características de músicas do mundo e da música erudita, mantendo sempre uma forte ligação com a música tradicional madeirense. Do seu palmarés constam várias centenas de concertos realizados, alguns dos quais no Estrangeiro: Londres, Caracas, Paris, e outros em Portugal continental (Lisboa, Porto, Algarve, Alentejo, Ribatejo e Vila Real de Trás os Montes) e nos Açores, sendo os restantes na ilha da Madeira. Contam ainda com várias dezenas de participações em programas de tv e de rádio (locais, regionais nacionais e internacionais). Em Abril de 2008 participou no emblemático Festival Intercéltico (XVIIª edição) realizado na cidade do Porto tendo merecido aplaudidas críticas dos presentes no qual se inclui a comunicação social do Continente e da Madeira.

A Associação Cultural Encontros da Eira editou cinco CD’s, do grupo a ela afecto, todos com temas populares e/ou de tradição Madeirense.

Os discos têm como títulos genéricos:1º -"Retalhos de Tradição";
2º- "Aquintrodia";
3º-"Instrumentais d'Outrora”;
4º-“Meia Volta”;
5º-“Raízes do Povo” – CD de Recolhas.

Para além das edições próprias:
-Os Encontros da Eira participaram com 2 temas no CD de Antologia de Música Tradicional da Madeira.-A editora Vidisco, sedeada em Lisboa editou ainda o CD - “O Melhor dos Encontros da Eira. Estes trabalhos foram muito bem aceites pela crítica musical e pelo público em geral, sendo que milhares de cópias foram já vendidas e os três primeiros contam com várias reedições. Até à presente data já foram vendidos mais de três dezenas de milhar de unidades, constituindo recorde nacional neste tipo de música.
"(…) A Música Tradicional da Madeira é representada em grande forma pelo grupo Encontros da Eira… mas não é apenas pela expressão dos números que este grupo conquistou um lugar de destaque na música de raiz tradicional portuguesa. A verdade é que os "Encontros da Eira" e a associação cultural que os envolvem, tem realizado um trabalho notável na divulgação de repertório tradicional da Madeira(…)".
in http://www.at-tambur.com/


"Baile da Meia-volta"


"Senhora do Monte"


Contactos:
Rua Aspirante Mota Freitas, nº 8 –R/C – D
9060-197 – FUNCHAL
MADEIRA - PORTUGAL
Telefone: +351 291 611 564; Fax: +351 611 563 e Telemóvel: + 351 91251052/4
E-mail: eira@mail.pt

Web-sites:

www.myspace.com/encontrosdaeira




terça-feira, 21 de julho de 2009

PinPointing Madness







O Metal - e subgéneros -, é uma das tendências musicais mais populares na Madeira, e o qual tem proporcionado, à cena musical da região, o maior número de fãs. Desde o thrash metal, até ao prog metal, os sons pesados dominaram a cena alternativa musical madeirense, a partir dos anos 90, com bandas como os Incógnita, Disaffected, Corrosão Caótica, e mais recentemente, os Karnak Seti (banda na qual o Luís (ex-Klinica e ex-Perfect Sin) ocupa o lugar de baterista). Na continuidade desta tradição metaleira, surgiram os PinPointing Madness, em Setembro de 2008, com um projecto que possui todos os maneirismos e estilos metálicos, variando a sua sonoridade entre o thrash metal (com uma tipica postura vocal agressiva, rouca, por vezes atingindo o tom gutural, com os riffs de guitarra velozes e pesados, e ritmos de bateria rápidos e marcantes), e o o metal progressivo (onde fundem o rock progressivo, com o heavy metal, desenhando estruturas conceptuais mais complexas, com várias partes ritmicas e solos de guitarra). Em certos momentos, os PinPointing Madness conseguem se distanciar dos convencionalismos que caracterizam o estilo musical que tocam, recorrendo a instrumentos atípicos, como o violino ("Symphony Of Destruction"), que serve como um elemento que vem conferir uma ambiência melódica mais acentuada (sem que o todo musical perca a pujança e a força ritmica e sónica).
A banda mostrou-se ao público pela primeira vez no programa da RTP, "Irreverência", no dia 16 de Maio, e no dia 23 de Maio tiveram a sua estreia ao vivo no "123 Friends Bar", durante o evento "Garage Inc." perante uma plateia àvida de novidades no âmbito do metal. As suas influências estiveram presentes nas covers que fizeram, homenageando bandas como os Metallica ou os Megadeath. Este é apenas o início de uma banda talentosa e ambiciosa, que os poderá catapultar para voos mais altos, reservando-lhes, para já, um lugar de destaque no seio do metal madeirense.




Formação: 

J.J.Pupo - Voz
Tiago "Bina" Caldeira - Guitarra
Pedro Passos - Guitarra
André Sá (The Leech) - Baixo
Fábio Fernandes - Bateria











PinPointing Madness ao vivo no Art'Camacha 2009:

quinta-feira, 16 de julho de 2009

LINO ORNELAS



Solo de bateria no Art'Camacha 89



O Lino Ornelas iniciou-se como baterista em meados dos anos 80, em bandas de garagem que chegaram a ter um certo impacto no meio musical alternativo da Madeira, como os “Sucata” e “Monges do Tibet”. Numa região insular, onde a música encontrava grandes barreiras, que limitavam em muito a oferta e o mercado, tornando ainda mais difícil a uma banda crescer, estes grupos de garagem conseguiram, ainda assim, impor o seu nome e serem ouvidos. Porém, este foi apenas o início para um baterista em ascensão, pois, com um talento natural para a bateria e a percussão, o Lino entrou para os “A Outra Banda” (grupo de covers - que incluíam no seu repertório alguns temas originais -, que actuavam como banda de suporte do Café Relógio) e surpreendeu todos aqueles que o viram tocar no Art’ Camacha 88, com um solo de bateria extremamente virtuoso! Aqui demarca-se, inquestionavelmente, como um baterista de alto gabarito, versátil, e exímio, que usa as baquetas com grande destreza e perfeição. A partir daqui, seguiu-se um curso de bateria e percussão em Londres, na “Musician Academy”, durante dois anos. De regresso a Portugal, estabeleceu-se de “armas e bagagens” em Lisboa, fundando os “Porquinhos da Ilda”, tendo saído do projecto alguns anos depois, para formar, já na Madeira, os “Bluff”, com um dos actuais membros da banda regional "Cool Feel Band". Desta reunião nasceu uma demo (disponível nesta página). Desde os anos 90, até aos dias de hoje, o Lino deambulou por muitos outros agrupamentos, revelando a sua faceta camaleónica, pela capacidade de se adaptar, com perfeição, a diversas áreas musicais, desde a música tradicional até à pop ou ao rock. Passou por nomes como os “Puzzle” e os “Vinil”, estando neste momento a tocar com a banda do Casino da Madeira, “A Bandazinha”, e com os “C’Azoada”.




BLUFF
1. Rosa dos ventos
2. Rhum
3. Não me Rendo
4. No fundo do mar
5. Cavalo de fogo









VINIL AO VIVO:


terça-feira, 14 de abril de 2009

TATIANA TEIXEIRA










POBREZA E EXCLUSÃO SOCIAL

Projecto para o Euroescolas (2010)
Escola da Apel

"Sinestesia" - Instalação artística do projecto académico de final de curso.




















Curtas metragens:






CONTRATEMPO




“Contratempo”




FUGA









"“Fuga”





TENSION







"“Tension”


Tatiana Teixeira

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

TINA GONÇALVES

A Tina começou a cantar há 25 anos, numa Camacha muito rica culturalmente, mas de costas viradas, ainda, para o Fado, pois, era uma terra cujas tradições estavam mais inclinadas para o folclore. Foi por influência da mãe, a quem pediu uma letra de uma música, que a Tina descobriu o seu dom como fadista, e que começou a sua eterna paixão pelo Fado. Apesar de existir um certo preconceito relativamente ao facto de uma rapariga poder ficar até tarde cantando num restaurante ou taberna – locais de eleição dos fadistas –, e de o Fado não ser muito popular no seio do povo camacheiro (outros géneros musicais contribuíram muito para um certo desvanecimento do Fado), a Tina, determinada, dedicou-se de voz e alma a cantar, tendo sido assim, uma das primeiras fadistas a se apresentar em espectáculos na Camacha, e a desbravar o caminho para outros vocalistas vindouros.
Começou por cantar o “Fado Mouraria” da Amália e cedo tratou de arranjar público, pedindo, durante as suas saídas à noite, para cantar, emprestando a sua voz a temas de Alfredo Marceneiro, Lucília do Carmo ou Hermínia Silva. O seu primeiro palco foi o restaurante “Paraíso”, onde os guitarristas impressionados pela força vocal, a convidaram para cantar, tendo, assim, acabado por ficar um ano a trabalhar naquele espaço. A partir daqui, outros palcos se sucederam, tendo cantando por toda a Madeira e também ido até Londres e Jersey. Esteve presente no primeiro Art’Camacha (Camacha 88, que se realizou na Quinta da Camacha), marcando a presença do Fado entre o festival multicultural camacheiro. Em 1999, e sendo considerada já uma veterana dos palcos, a Tina resolve juntar um grupo de amigos, em género de “confraria” de fadistas, com o objectivo de ensaiarem juntos e de fazerem concertos. Destes amantes do Fado faziam parte: a Carmo “do Branquinho”, a Lúcia, o Egídio, o Adelino Silva "do Picheleiro”, o Adelino Góis e o Jaime. Costumavam cantar no adro da Igreja matriz da Camacha, e ainda se reúnem uma vez por ano. Finalmente, após uma vida inteira dedicada à música, a Tina grava o seu primeiro álbum, o culminar de um percurso de uma cantora de Fado, que toda a vida viveu para o divulgar. A voz que a Tina herdou da mãe, em forma de continuidade, ela transmitiu-a à sua filha (Catarina Velosa), sendo caso para dizer que o talento corre no sangue da família!

Fados Desesperos
1.Gente da minha terra
2.Bairro Alto
3.Fado da sina
4.Embuçado
5.Barco Negro
6.Canoa
7.Uma casa portuguesa
8.Lenda da fonte (Catarina Velosa)
9.Canção do mar (Catarina Velosa)




domingo, 30 de novembro de 2008

EAGLES 3

Eagles 3

Sabino (bateria), José "Navalha" (acordeão) e Egídio (guitarra).


Em 1968, quando os Beatles lançavam o polémico White Album e os Rolling Stones depediam-se do psicadelismo com o regresso aos Blues em The Beggars Banquet, por cá, em Portugal, os Quarteto 1111 "davam cartas", e a nível regional, os Conjunto Académico João Paulo eram uma referência com projecção a nível nacional. É neste contexto musical, a nível global, que os Camacheiros se estreiam nas lides do pop rock com a banda pioneira denominada “Eagles 3”.

Eagles 3

Egídio (guitarra), Sabino (bateria) e João Abel do "Asinha" (guitarra)

Tinha tido início a origem do rock nesta terra, curiosamente com o apoio eclesiástico que, através do padre Martinho (fervoroso apoiante de iniciativas musicais da paróquia) , solicitava e incentivava os jovens às lides da música. Os concertos eram sobretudo acústicos, ou semi-acústicos – amplificando os instrumentos com microfones e amplificadores -, devido às dificuldades em conseguir bom material para o concerto, causada pelas limitações impostas pela própria época. Apesar de efémeros – os Eagles 3 tiveram uma vida curta, mantendo-se na ribalta apenas entre 1968 e 1969, ano em que terminaram -, a semente do rock'n'roll estava lançada; a partir daqui, foi um crescendo e, até os dias de hoje, nunca mais pararam de aparecer projectos musicais.

Breve história das primeiras bandas camachenses
nas palavras de Egídio (Agosto de 2008)



EAGLES 3 (1968/1969)
Egídio (Incógnitos, The Pop Kings, Arte & Som) - Guitarra
Filipe Lucas - Guitarra
Sabino Santos - Bateria

THE POP KINGS

The Pop Kings
(Da esquerda para a direita: Egídio,
Jorge Valentim, Anastácio do "Porfírio" e Tiago)


Depois das suas experiências como membro fundador das duas bandas pioneiras pop/rock da Camacha (Eagles 3 e Incógnitos), o Egídio voltou novamente a formar outro colectivo musical, tendo nesta incarnação o Tiago substituído o malogrado baixista dos Incógnitos (João Abel do "Asinha") e o Rogério de “José Navalha” cedido as Baquetas ao Anastácio do "Porfírio" e a banda passou a se chamar “The Pop Kings”: o rei tinha sido coroado e o trono do rock Camacheiro estava agora ocupado. O repertório da banda ia desde The Beatles a The Rolling Stones, passando pelos Wallace Collection. Após três anos a divulgarem a pop britânica ou o blues branco americano dos anos 60 na Camacha, os “The Pop Kings” cessaram as suas actividades em 1975, mas o Pop Rock nesta aldeia serrana ainda agora estava a dar os seu primeiros passos…!


Breve história das primeiras bandas camachenses
nas palavras de Egídio (Agosto de 2008)

THE POP KINGS (1972/1975)
Egído (Eagles 3, Incógnitos, Arte & Som) - Guitarra
Jorge Valentim (Incógnitos, Arte & Som, Gente Louca) - Guitarra
Tiago - Baixo
Anastácio do "Porfírio" - Bateria

INCÓGNITOS

Incógnitos
(Da esquerda para a direita: Rogério de “José Navalha”,
Egídio, Jorge Valentim e João Abel do "Asinha")


Após o fim dos Eagles 3 - em parte devido à saída do Sabino (baterista dos Eagles 3) para o Ultramar -, não tardou muito, e o espírito irrequieto e entusiasmado do Egídio levou-o a formar, em 1972, outra banda, à qual chamou de Incógnitos, chamando o João Abel do “Asinha” para ocupar a função de baixista, o Jorge Valentim para guitarrista e o Rogério de “José Navalha” para baterista.
Entusiasmado pela oferta Lisboeta em venda de guitarras, um dia ao passear-se pela Rua do Carmo, nos antigos Armazéns do Chiado, o Egídio convenceu os outros elementos da banda a comprarem ali os seus instrumentos. Estava assim criado o primeiro grupo camachense com a formação clássica do rock: baixo, bateria e guitarra. Infelizmente um acontecimento trágico, causado pela morte violenta de João Abel num acidente de mota no túnel do Caniçal, viria ditar o fim prematuro da recém formada banda.









Breve história das primeiras bandas camachenses
nas palavras de Egídio (Agosto de 2008)



INCÓGNITOS (1972)
Egídio (Eagles 3, The Pop Kings, Arte & Som) - Guitarra
Rogério de "José Navalha" - Bateria
Jorge Valentim (The Pop Kings, Arte & Som, Gente Louca) - Guitarra
João Abel do "Asinha" - Baixo

terça-feira, 11 de novembro de 2008

GABRIEL FREITAS & BÉBIO AMARO


O Gabriel (CRF, Rótulo Preto) é um músico irrequieto, que desde sempre tentou encontrar novas fontes sonoras, através da exploração de sons de vários instrumentos ou objectos. O Bébio é um músico que deu a sua criatividade a um grande número de projectos (Lavimpa, D-Tuned, Carol’s Broken Cables, Yume, Switch), sendo sempre a sua prestação mais comedida nos anteriores colectivos musicais por onde passou.
Juntos, extravasaram o seu lado mais experimental, e conseguiram criar uma performance feita de improvisos, onde combinam o ruído industrial (muito à maneira de uns Einstürzende Neubauten), com o minimalismo (por aqui paira no ar o fantasma do Brian Eno) e o experimentalismo. Apesar do aspecto “jam session” da sua actuação – e simultaneamente momento criativo e performativo –, existe uma linearidade musical e coerência estrutural não convencional, que desembocam numa lógica conceptual muito racional e objectiva (muito embora, certos momentos harmoniosos tenham por fundo um caos sonoro, ruidoso, e por vezes abstracto).
Poderá parecer estranho (surreal, diria eu) um concerto deste gabarito ter ocorrido na Camacha, mas isto prova, realmente, que existe uma maior abertura e predisposição desta terra para novas iniciativas e conceitos musicais. De louvar!









quinta-feira, 6 de novembro de 2008

CATARINA VELOSA

Costuma-se dizer que filho de peixe sabe nadar e, no caso da Catarina Velosa, mantém-se a regra. Criada por uma mãe cantora de fado (Tina Gonçalves), tendo crescido a ouvir música, e a seguir os passos da mãe (que canta o fado com alma, dentro e fora de palco), a Catarina, ainda muito nova, mas com um enorme potencial vocal inato (dir-se-ia que “quem sai aos seus, não degenera”), desenvolveu em si um talento muito grande para cantar. Ainda uma iniciante nas andanças da música, tendo apenas conquistado um prémio num concurso de karaoke, no antigo “Covers” (Funchal), ela é, de facto, dona de uma voz muito forte, que poderá lhe garantir um percurso promissor no meio musical. De destacar estas duas versões em vídeo (um tema da Mariza e outro da Dulce Pontes), onde a voz, no tema da Dulce Pontes (“Fado”), consegue suplantar até a versão original (dos raros casos em que a imitação é melhor que o original). A Catarina tem uma voz que a pode garantir voos mais altos, esperemos que aproveite e desenvolva esse seu dom, e consiga melhorar a grande cantora que já existe dentro de si.




Cover de "Fado" (Dulce Pontes)


Cover de "Chuva" (Mariza)




domingo, 26 de outubro de 2008

RICARDO ANDRADE

"Sou licenciado em Design pela Universidade da Madeira e desempenho actualmente funções de Designer na área da Arquitectura. Desde cedo me interessei por Banda desenhada, em criança, na altura em que se comprava nos quiosques, edições brasileiras da Marvel em formato A5, nos anos 80 e 90. Em meados dos anos 90 comecei a fazer os meus primeiros desenhos com quinze anos, mas lentamente perdi o interesse. Aos 18 anos o meu interesse voltou pela área do desenho e mudei do curso, no secundário, de Humanidades para o de Artes, onde desenhei umas vezes para o jornal de escola do Liceu Jaime Moniz. Entretanto comecei a ler as versões americanas da Marvel, que eram em A4, com uma qualidade superior. Algum tempo depois, desviei o meu interesse para o Manga (BD japonesa), influencia directa dos desenhos animados que via em pequeno na RTP Madeira (em especial os cavaleiros do Zodíaco), que demonstravam uma superior qualidade dinâmica face às ofertas ocidentais. O meu interesse em culturas orientais também ajudou, neste tipo de influência. Comecei a fazer as minhas primeiras BDs com o meu amigo Bébio Amaro, o qual partilhava dos mesmos interesses. Apesar da Madeira não fazer parte do circuito publicável desse género de BD, umas idas ao continente resolveram essa situação. Seguidamente editei nos meus tempos de Universidade um fanzine de BD de nome "OOPS!", que teve 4 números e ainda participei no fanzine "ovelha negra". Anos depois abre a loja de BD do Funchal "Sétima Dimensão", que facilitou o acesso à BD, e onde travei conhecimentos com mais umas pessoas que eram entusiastas, leitores e autores. Roberto Alves, dono da loja e autor de BD, tornou-se um amigo, com o qual e juntamente com João Barradas, outro autor e amigo, demos uma série de conferências sobre o tema da BD. Participei também nos últimos 3 anos no 24 Hour Comic Day, um evento internacional, organizado aqui na ilha pela Sétima Dimensão."